Quando falamos de Motion Graphics, precisamos sempre pensa-lo sob dois pontos de vista: técnica e estética. Nesse tipo de comunicação não é possível separa-los. Assim, um projeto de Motion Graphics só é possível quando unimos a questão visual (estética) com a questão prática de como executa-la (técnica). Existe então uma relação de simbiose entre as duas questões, uma alimentando a outra. E isso é essencial para o Motion Graphics corporativo.
Motion Graphics deriva da palavra animação vem do verbo latino animare e significa “da vida a”. E só veio a descrever o que chamamos de design em movimento no século XX. Assim, precisamos notar que a questão fundamental do Motion Graphics é o movimento. Ele é a base de qualquer animação corporativa também. E, como linguagem, adiciona mais um vetor de interesse e comprometimento do público com sua comunicação, e por isso que funciona tão bem.
A relação do Motion Graphics com o Movimento
Mas sabemos que o movimento não é exclusivo do século XX. Todos os artistas, sendo eles pintores, escultores, designers, etc, buscam retratar o movimento desde o tempo das cavernas. E isso acontece por um motivo muito importante para o Motion Graphics corporativo: o movimento é a atração visual mais intensa da atenção. Prestamos muito, mas muito mais atenção ao movimento.
E nós, da Monkey Motion, como uma agência de Motion Graphics sabemos disso. E esse é motivo principal de criarmos somente peças visuais com muito movimento. Afinal, em um momento onde a atenção é dissipada e os impactos visuais são cada vez maiores, ganha quem entrega movimento. Tanto em apresentações profissionais como em todas as peças visuais: do vídeo para elemídia até uma propaganda de televisão.
Podemos encontrar o desejo ávido do homem pelo movimento desde as pinturas das cavernas. Em diversos exemplos dessas pinturas podemos ver sugestões de movimentos de várias maneiras, como um mamute com várias pernas, até o uso do motion blur, colocando alguns dos membros dessas criaturas apagados e borrados.
Parece lógico dizer então que a base do seu Motion Graphics corporativo para funcionar é o movimento. Mas não é tão simples assim: buscar o movimento é estratégico para tal comunicação. Ele é mais um vetor de importância para sua peça visual, e deve ser tratado com estratégia e carinho. Ele não deve estar lá apenas por estar. Em um Motion Graphics corporativo, mais do que em outras, o movimento conta uma história para seu público.
Ele mostra uma ideia, como um produto funciona, quais seus benefícios, etc. Então, perceba que em seu Motion Graphics corporativo, não basta animar por animar. É preciso ser estratégico para comunicar o que o seu público precisa saber nessa peça como essência. E nisso nós somos especialistas.

