O futuro da comunicação é constantemente discutido mas está mais próximo de nós do que imaginamos.
Você assiste séries? Chega em casa depois de um dia cheio e não vê a hora de ligar a Netflix? Se prende em cliffhangers intermináveis? Nós também. E é por isso que escrevemos esse post: o fenômeno das séries nos indica o futuro da comunicação: o vídeo. Principalmente quando você assiste a uma série como Stranger Things e percebe que viu 9 episódios praticamente na sequência. Ou seja: 9 horas olhando para um vídeo.
E esse número pode aumentar, se você pensar em séries de 13 ou até de 24 episódios por temporada. Sim, meus amigos: nós topamos ficar 24 horas assistindo à vídeos. Esse fenômeno não é acompanhado nem de longe por nenhuma outra mídia. Mesmo os mais intensos leitores não aguentam mais do que 2 horas de olho nos livros.
Mas falar da morte da comunicação impressa, do fim do anúncio ou do intervalo comercial é batido. Não é novidade para ninguém. Mas que temos um movimento rápido nessa questão do futuro da comunicação, isso é inegável. Os serviços de streaming oferecem conteúdos cada vez maiores sem publicidade. E eles crescem todos os dias.
A publicidade como um elemento estranho às novas gerações
Ok, eu confesso: este também não é uma conclusão nova. Mas o momento pede uma discussão do futuro dos vídeos e do motion design. Se a Netflix (e similares) continuar a conquistar a mente e o tempo de mais e mais pessoas, as crianças que cresceram assistindo essa programação serão muito menos pacientes para a publicidade. Será cada vez mais estranho para eles. É claro para todos nós que a publicidade será, cada vez mais, um elemento estranho à nova geração.
Sim, talvez interromper um show para te oferecer um produto seja cada dia mais estranho. Mas pense pelo outro lado: o que as pessoas estão assistindo? Os vídeos! Então é aqui que devemos investir. Não no formato antigo de “intervalo comercial” como ficamos acostumados. De uma outra forma. Mas ainda com vídeos.
Esse vídeos demandam customização. Isso porque o vídeo e o motion design começaram com máquinas individuais, o Kinetoscópio: invenção de Thomas Jefferson onde pessoas assistiam vídeos curtos sozinhas: em uma máquina, qualquer um colocaria seu rosto em um aparato, gira uma manivela e assiste ao vídeo. E, é claro, paga por ele. Essa era uma experiência individual. E, com o tempo, essa experiência vira familiar e em grupo.
O consumo do vídeo: do individual, ao grupo, ao individual
Com o advento das salas de cinema, pessoas começam a consumir vídeos em grupo. Com a televisão, elas assistem em família. Essa experiência que era compartilhada, hoje se torna cada vez mais individualizada: cada um tem seu tablet, smartphone ou televisão. Todos tem suas contas no Netflix e no Youtube, escolhendo o que assistir.
Assim, a comunicação fica muito mais direcionada. Cada pessoa deve receber vídeos que façam sentido para ela. Esse fenômeno que reflete o futuro da comunicação vai obviamente, demandar mais vídeos dos anunciantes e suas agências e produtoras de vídeo. Assim, esse processo deve ser mais rápido, claro e assertivo. E principalmente, mais barato.
Por isso nós criamos uma metodologia de planejamento e criação de vídeos inovadora. Ela permite a entrega de vídeos de qualidade e criativos em menos tempo. Veja como nós fazemos aqui. Veja também alguns exemplos de trabalhos de Motion Design que fizemos no nosso reel:

